segunda-feira, 6 de julho de 2009

VOYER ERUDITO
Os arpejos são dedilhados cadencialmente. Junto o bojo ao meu corpo. Durante o coito, as cordas gemem.

O FIM 
A família, os amigos, os cabelos, os seios, o pinto…todos se foram.
Agora, só lhes resta o amor.


ESCULTURA DO AMOR
Deitado em cima do túmulo ele chora. As flores murcham. Eterniza-se.

MEMÓRIAS
Quando pequeno, com os pés descalço e as mãos atreladas, saía de anjinho nas procissões. Hoje as procissões continuam passando. O anjo…o tempo se encarregou.

2 comentários:

Tiago F. Moralles disse...

Amantes da mesma arte.
Bom conhecer aqui.

Análise Literária disse...

Zé Craudio...arrasa msm!!
Parabéns por esse dom, o dom de ser poeta!!

Bjs

Polyana Assis